Esta crise iniciou-se no verão de 2007 no mercado imobiliário americano. No entanto, como à muito que deixamos de viver em economias fechadas, essa mesma crise veio ajudar a aumentar a instabilidade que já existia no mercado económico mundial.
Para o Estado, organizações/empresas, gestores e pessoas comuns, esta crise veio fazer com que as decisões tivessem de ser tomadas com uma dose de ponderação e responsabilidade muito maior.
De modo geral esta crise veio alertar todos aqueles que estabelecem relações comerciais, sejam elas em menor ou maior escala.
Por parte das organizações, espera-se um “update” do pensamento/filosofia aplicada nas mesmas, ou seja, esta crise levou a que tomassem consciência que as decisões deixassem de ser apenas com uma perspectiva de curto-prazo e cujo principal objectivo era o lucro, muitas vezes sem se pensar na concorrência, esquecendo-se que vivemos numa economia aberta e que a concorrência por parte das economias emergentes (China, Brasil, Países de Leste …) é uma constante.
Os gestores são agora apontados como o “problema” da dissolução de muitas empresas, estes assim como as organizações, dado que trabalham em conjunto, devem ter a mente aberta e perceber que o mercado é dinâmico. Como tal, a forma como planeiam e definem objectivos e estratégias, tem de ter como base uma perspectiva de médio/longo-prazo, toda a visão, objectivos e estratégias implementadas na organização têm de ser dinâmicas e analisadas de x em x período de tempo, para caso estas estejam a divergir do que o mercado exige serem repensadas e adaptadas, para que a organização possa continuar competitiva no mercado onde se insere.
Por parte do consumidor geral, este começou a repensar na forma como consome e como administrar o seu capital. No entanto, a excessiva utilização de créditos pessoais, leva a que se corte em despesas fundamentais (alimentação, saúde) para se poder pagar as mensalidades dos excessivos créditos.
escrito: 3.Maio.2009
Para o Estado, organizações/empresas, gestores e pessoas comuns, esta crise veio fazer com que as decisões tivessem de ser tomadas com uma dose de ponderação e responsabilidade muito maior.
De modo geral esta crise veio alertar todos aqueles que estabelecem relações comerciais, sejam elas em menor ou maior escala.
Por parte das organizações, espera-se um “update” do pensamento/filosofia aplicada nas mesmas, ou seja, esta crise levou a que tomassem consciência que as decisões deixassem de ser apenas com uma perspectiva de curto-prazo e cujo principal objectivo era o lucro, muitas vezes sem se pensar na concorrência, esquecendo-se que vivemos numa economia aberta e que a concorrência por parte das economias emergentes (China, Brasil, Países de Leste …) é uma constante.
Os gestores são agora apontados como o “problema” da dissolução de muitas empresas, estes assim como as organizações, dado que trabalham em conjunto, devem ter a mente aberta e perceber que o mercado é dinâmico. Como tal, a forma como planeiam e definem objectivos e estratégias, tem de ter como base uma perspectiva de médio/longo-prazo, toda a visão, objectivos e estratégias implementadas na organização têm de ser dinâmicas e analisadas de x em x período de tempo, para caso estas estejam a divergir do que o mercado exige serem repensadas e adaptadas, para que a organização possa continuar competitiva no mercado onde se insere.
Por parte do consumidor geral, este começou a repensar na forma como consome e como administrar o seu capital. No entanto, a excessiva utilização de créditos pessoais, leva a que se corte em despesas fundamentais (alimentação, saúde) para se poder pagar as mensalidades dos excessivos créditos.
escrito: 3.Maio.2009
post muito util para uma futura gestora :D
ResponderEliminar